Diariamente questionamos salários baixos e falta de emprego. Ouvimos ou lemos nos noticiários de TV, dos jornais e das revistas de grande circulação temas ligados a falta de condições básicas de vida. Falta segurança pública, moradia, sistema de saúde pública e uma melhor distribuição de renda no país. A população menos favorecida precisa ter mais acesso a educação, a empregos e todos os direitos que trazem maior qualidade de vida a qualquer cidadão brasileiro ou de outro país.
Pois é, todo mundo sabe que isso é função dos governos. Todo mudo reclama que paga muito imposto e que não vê o retorno desse “investimento”. Isso já leva tempo e, pensando em dar um jeito na situação, a sociedade brasileira chegou a conclusão de que precisava gritar por socorro.
Foi aí que, entre as décadas de 60 e 70, quando o Brasil atravessava um período crítico de repressão, a sociedade se organizou para atender aos mais necessitados e então surgiu o que chamamos de TERCEIRO SETOR. Seu objetivo é promover ações sociais nas situações onde o Estado não atua já faz um bom tempo. Tomamos conhecimento de suas obras, sempre sem fins lucrativos, através de fundações, instituições não governamentais (ONGs), associações...
Entre muitos aspectos, o Terceiro Setor levanta bandeiras como fome, miséria, desemprego, doenças epidêmicas, violência e alcança programas de preservação ambiental.
O Terceiro Setor representa uma reordenação da sociedade e, segundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pelo Grupo de Instituições, Fundações e Empresas (GIFE) e pela Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais, é o segmento que mais cresce no Brasil. Isso nos faz pensar o quanto o brasileiro está desfavorecido, em relação a países desenvolvidos.
Bem, ainda que em franca expansão, o segmento enfrenta alguns problemas para atuar. Isso se traduz pelas dificuldades que as empresas enfrentam para investir em obras sociais pela falta de incentivos fiscais. Algumas vezes, o programa não prevê incentivo ou o valor a investir é menor do que o permitido para a dedução de impostos. Em outra situação, o empresariado desconhece os incentivos existentes. Além de tudo isso, não se pode esquecer a burocracia para o cumprimento das exigências legais.
Pra finalizar, essa é mais uma visão do desempenho insatisfatório por parte do Estado e do mau emprego do produto da arrecadação que, como é sabido de todos, bate recordes constantes. Continuamos quetionando.
um povo pobre,sem educação é mais fácil de se manipular.isso só ocorre em paises pobres como o nosso.obs para que um povo com educação.sidnei
ResponderExcluirpois é... e agora ainda tem os jogos... como se não bastasse as pessoas ficam ainda mais alienadas, como se fosse possível tal proeza.
ResponderExcluirÉ por esse motivo que precisamos ir atrás da informação. Quem tem informação, tem poder. Quanto mais esclarecimentos tivermos, melhores serão nossas escolhas e reivindicações.
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