Quando devo sair do Simples e migrar para o lucro real?
Essa pergunta é frequente.
Os pequenos negócios ingressam no regime simplificado para arrecadar tributos do negócio.
Segundo o estatuto do Simples, as empresas que faturam até R$180 mil reais ao ano, recolherão 4% quando a atividade é o comércio e 4,5% quando for indústria.
Tendo lucro ou prejuízo as empresas enquadradas no Simples recolherão os tributos sobre o faturamento.
Quais são calculados os tributos do lucro real?
Quando optam pelo lucro real, as empresas recolhem os mesmos tributos do Simples. O que muda é a forma de cálculo.
Os tributos dos quais há exclusão do custo de aquisição são o ICMS, o IPI e o PIS e a COFINS.
No caso da contribuição social sobre o lucro liquido e do imposto de renda da pessoa jurídica, essas contribuições serão cobradas apenas se a empresa tiver lucro, estando no lucro real.
O PIS e a COFINS têm alíquota de 9,25% a ser segregado do estoque e calculado sobre a venda.
Leia mais aqui:
O ICMS também é segregado do custo, conforme dito acima, e sua alíquota depende do produto e do estado em que a empresa está estabelecida. Leia o artigo citado acima.
No caso dos tributos que incidem sobre o lucro (CSLL e IR), as alíquotas são 9% e 15% sobre o lucro, respectivamente.
Como identificar o momento de migrar para outro regime?
Antes de tudo, é indispensável que a empresa identifique qual é o percentual de lucratividade do negócio.
Qual é a diferença entre lucratividade e rentabilidade?
Lucratividade é o percentual compreendido entre o valor do lucro líquido e a receita total enquanto que a rentabilidade tem relação com o lucro líquido e o valor investido no produto.
Como saber se a margem é ideal para a migração?
Digamos que um supermercado fature R$1.800 milhão ao ano e recolha no Simples um percentual de 9,25% sobre a receita.
Sabendo que, nesse caso, a margem líquida é 6,5%, a empresa está encarecendo o produto por ter uma carga tributária alta.
Quais as despesas administrativas do lucro real?
Muitos empresários alegam que migrando para o lucro real terão que pagar um honorário maior ao contador.
Esse raciocínio, matematicamente, está correto. Entretanto, cabe listar na ponta do lápis o aumento dos honorários, a queda do valor dos tributos e todos os relatórios gerenciais colocados à disposição para tomada de decisão.
Conclusão:
Peça a seu contador que simule a diferença da tributação para ambos os regimes.
Clique no link: Receba nossas dicas de gestão
Essa pergunta é frequente.
Os pequenos negócios ingressam no regime simplificado para arrecadar tributos do negócio.
Segundo o estatuto do Simples, as empresas que faturam até R$180 mil reais ao ano, recolherão 4% quando a atividade é o comércio e 4,5% quando for indústria.
Tendo lucro ou prejuízo as empresas enquadradas no Simples recolherão os tributos sobre o faturamento.
Quais são calculados os tributos do lucro real?
Quando optam pelo lucro real, as empresas recolhem os mesmos tributos do Simples. O que muda é a forma de cálculo.
Os tributos dos quais há exclusão do custo de aquisição são o ICMS, o IPI e o PIS e a COFINS.
No caso da contribuição social sobre o lucro liquido e do imposto de renda da pessoa jurídica, essas contribuições serão cobradas apenas se a empresa tiver lucro, estando no lucro real.
O PIS e a COFINS têm alíquota de 9,25% a ser segregado do estoque e calculado sobre a venda.
Leia mais aqui: Como reduzir
os tributos do Simples?
O ICMS também é segregado do custo, conforme dito acima, e sua alíquota depende do produto e do estado em que a empresa está estabelecida. Leia o artigo citado acima.
No caso dos tributos que incidem sobre o lucro (CSLL e IR), as alíquotas são 9% e 15% sobre o lucro, respectivamente.
Como identificar o momento de migrar para outro regime?
Antes de tudo, é indispensável que a empresa identifique qual é o percentual de lucratividade do negócio.
Qual é a diferença entre lucratividade e rentabilidade?
Lucratividade é o percentual compreendido entre o valor do lucro líquido e a receita total enquanto que a rentabilidade tem relação com o lucro líquido e o valor investido no produto.
Como saber se a margem é ideal para a migração?
Digamos que um supermercado fature R$1.800 milhão ao ano e recolha no Simples um percentual de 9,25% sobre a receita.
Sabendo que, nesse caso, a margem líquida é 6,5%, a empresa está encarecendo o produto por ter uma carga tributária alta.
Quais as despesas administrativas do lucro real?
Muitos empresários alegam que migrando para o lucro real terão que pagar um honorário maior ao contador.
Esse raciocínio, matematicamente, está correto. Entretanto, cabe listar na ponta do lápis o aumento dos honorários, a queda do valor dos tributos e todos os relatórios gerenciais colocados à disposição para tomada de decisão.
Conclusão:
Peça a seu contador que simule a diferença da tributação para ambos os regimes.
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