Pular para o conteúdo principal

Como a consultoria pode proteger a empresa?

Pensar grande, ainda que começando pequeno deveria ser o lema dos empresários no início do empreendedorismo.

Na prática, começam pequenos e seguem pensando da mesma forma.

Pontos importantes do negócio passam despercebidos e o resultado é o fracasso ou o crescimento desmedido.

Qual o maior reflexo do despreparo?
Sem sombra de dúvida, o caixa das empresas sofre pela falta de controle dos gastos.

De modo geral, os empresários não sabem quanto terão de receita, nem quanto terão de pagamentos.

Confundem lucro com entradas de dinheiro e desconhecem margem de lucro liquida.

Por que delegar tarefas?
Outro problema que acontece com frequência é a falta de descentralização de tarefas.

O gestor começa sozinho com poucos recursos e vai acumulando responsabilidades a ponto de comprometer as decisões.

A busca pelo conhecimento
Costumo dizer que a gente não sabe tudo. 

Exatamente por isso é preciso investir em conhecimento já que conhecer o produto não é suficiente. Existe um mundo a ser desbravado para o exercício de uma gestão eficiente.

A empresa é um sistema composto por várias áreas que não envolvem apenas vendas. Por isso, entender das finanças, de tributos, do marketing, da gestão de pessoas é primordial.

O ponto é: não dá tempo de entender tudo. O empresário precisa se colocar num nível estratégico e sair do operacional.

O papel das consultorias e das mentorias
É fundamental reconhecer o momento de buscar ajuda para proteger o negócio, já que não dá pra ser expert em tudo.

A burocracia do dia a dia não é suportada dentro da empresa. Nessa hora, os especialistas entram em ação para traçar planos e medir os resultados.

O retorno é garantido. Não dá pra pensar pequeno e exige maturidade do empresário.

Medo de encarar os números
Essa é uma barreira que ainda aflige muitas empresas o que é contraditório porque o negócio só alavanca com controles.

No frigir dos ovos, se estiver tudo bem, melhoras são propostas. Se não, correções serão feitas.

Faça como dezenas de emresários, baixe a Planilha de Controle de Gastos do Varejo

Ameaças externas
Toda gestão deve avaliar a rotina da empresa. Tudo o que acontece dentro do negócio deve ser avaliado e corrigido, quando for o caso.

Acontece que fatores externos colaboram para o fracasso de muitas empresas como é o caso da legislação tributária.

Todos sabemos que, além de alta, a carga tributaria é complexa e cheia de regras difíceis de atender.

Corrigir os erros reduz as perdas financeiras já que autuações fiscais costumam ser impiedosas.

A orientação é fundamental, principalmente para fazer valer o direito do contribuinte.

Erros frequentes da gestão
Falta de dinheiro no caixa, tributos pagos indevidamente, regime de tributação incompatível com o negócio, desconhecimento de margem de lucro, gastos excessivos... Esses são falhas comuns que tem quebrado muitas empresas nos primeiros dois anos de vida.    

Decisões contraditórias
Milhares de reais são perdidos por falta de gestão eficiente que, pela falta de maturidade em não buscar ajuda, inviabiliza um trabalho de correção e redução de riscos.

O que é importante?
Identificar em que estágio a empresa se encontra. Inicio de atividade, já alavancando...

O empresário precisa reconhecer, pra si, onde quer chegar em nível de crescimento.

Depois que identificar esses pontos, deve olhar para a necessidade de buscar conhecimento.

Deve buscar ajuda baseada nos seus recursos do caixa ou mesmo pesquisar conteúdo gratuito na internet. O que não falta e informação. Só é preciso dedicação.

Se já estiver num patamar mais elevado, deve buscar ajuda num nive também mais elevado.

Não estamos falando de gasto. Falamos de investimento para quem sabe o que quer.

Objetividade é a palavra de ordem.





Faça como dezenas de gestores, receba nossas dicas de gestão 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

QUANTO SE TRABALHA PARA COMER?

De vez em quando os jornais divulgam pesquisas dos preços das cestas básicas no Brasil. Em um momento, o preço cai. Em outro, o preço sobe. Assim, o trabalhador caminha lutando para por na mesa o “pão nosso de cada dia”. Um estudo realizado em 1938, em cada localidade do Brasil e em várias empresas, definiu o “salário mínimo ideal” para garantir a alimentação, moradia, vestuário, higiene e transporte do trabalhador brasileiro. Bem, para a mesa da família brasileira, o governo definiu os produtos que compõem a Cesta Básica Nacional. Essa cesta é composta por alimentos nutritivos, necessários a sua alimentação. Nesse cenário, a única coisa que nos vem à cabeça é que fica cada vez mais difícil, com o salário mínimo, manter uma vida digna e satisfatória. Então, vamos analisar o quanto é necessário trabalhar para por comida no prato, a chamada “ração essencial”. Pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos - DIEESE, mostra a parcela do salário...

CRÉDITOS DE ICMS UTILIZADOS COMO MOEDA DE TROCA

Um dos grandes problemas que as empresas enfrentam diz respeito à sistemática do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. Não é a toa que o tributo é o grande vilão do sistema tributário nacional. O imposto que, entre 2004 e 2013, arrecadou cerca de R$2,366 trilhões é considerado o mais complexo em matéria de cumprimento de obrigações impostas pelas legislações estaduais. Com um mecanismo de compensação dos valores embutidos nas aquisições de mercadorias contra o imposto calculado sobre as vendas, em muitas situações, as empresas enfrentam um dilema quanto á formação de saldos credores que não conseguem escoar. As indústrias ainda são um pouco mais beneficiadas, uma vez que podem utilizar os saldos no pagamento do próprio imposto, quitação de dívidas com fornecedores ou mesmo com as transferências dos valores para outros estabelecimentos. O comércio se vê mais prejudicado porque as possibilidades legais não são as mesmas. Entretanto, há casos em que os c...