Muitos são os problemas enfrentados pelas organizações societárias. O empresariado brasileiro questiona tributos cobrados em demasia, falta de preços competitivos, margens de lucro apertadas e uma burocracia infernal pra se manter em dia com o fisco. Definitivamente, o cenário não é dos mais favoráveis, diante dos muitos problemas que o país enfrenta em relação à economia.
De um modo geral, o administrador tem que desdobrar pra fazer o negócio atingir suas metas. Entretanto, um ponto crucial, embora presente no cotidiano das empresas, não é tratado com a importância que deveria. Parece pouco, mas é relevante considerar o quadro de profissionais que desempenham funções técnicas nas empresas.
Nesse contexto, tenho visto muitas organizações contratando profissionais sem qualquer experiência para assumir responsabilidades da mais alta importância: Estou me referindo aos técnicos da área fiscal. Na maioria dos casos, esses funcionários são contratados sem conhecimento e assumem, de maneira arriscada, a responsabilidade de manter em dia a escrita fiscal das grandes sociedades, o que é um erro dos mais graves.
É bem verdade, que o empreendedor sabe que um bom salário custa caro pro caixa e pro centro de custo de seu departamento. Hoje, quem se mantém em dia com as leis trabalhistas arca com uma carga tributária elevada em contribuições sociais e benefícios.
Na contramão do índice elevado dos tributos, a empresa se coloca em risco, uma vez que se não se cerca de profissionais qualificados, o índice de erros cometidos pela falta de domínio do assunto envolvendo a função, é muito grande e, sendo assim, as mordidas do “leão” são impiedosas. O custo de uma autuação pode ser decisivo para a continuidade de um negócio.
Como se não bastasse o próprio risco de contrair dívida com o fisco, também existe a preocupação de uma defesa, juridicamente falando.
Bom, esse artigo tem o objetivo de fazer os grandes empreendedores pensarem que também precisam investir na formação de bons técnicos. Certamente, um bom suporte diminuirá, e muito, os riscos mais indesejados diante da fiscalização.
De um modo geral, o administrador tem que desdobrar pra fazer o negócio atingir suas metas. Entretanto, um ponto crucial, embora presente no cotidiano das empresas, não é tratado com a importância que deveria. Parece pouco, mas é relevante considerar o quadro de profissionais que desempenham funções técnicas nas empresas.
Nesse contexto, tenho visto muitas organizações contratando profissionais sem qualquer experiência para assumir responsabilidades da mais alta importância: Estou me referindo aos técnicos da área fiscal. Na maioria dos casos, esses funcionários são contratados sem conhecimento e assumem, de maneira arriscada, a responsabilidade de manter em dia a escrita fiscal das grandes sociedades, o que é um erro dos mais graves.
É bem verdade, que o empreendedor sabe que um bom salário custa caro pro caixa e pro centro de custo de seu departamento. Hoje, quem se mantém em dia com as leis trabalhistas arca com uma carga tributária elevada em contribuições sociais e benefícios.
Na contramão do índice elevado dos tributos, a empresa se coloca em risco, uma vez que se não se cerca de profissionais qualificados, o índice de erros cometidos pela falta de domínio do assunto envolvendo a função, é muito grande e, sendo assim, as mordidas do “leão” são impiedosas. O custo de uma autuação pode ser decisivo para a continuidade de um negócio.
Como se não bastasse o próprio risco de contrair dívida com o fisco, também existe a preocupação de uma defesa, juridicamente falando.
Bom, esse artigo tem o objetivo de fazer os grandes empreendedores pensarem que também precisam investir na formação de bons técnicos. Certamente, um bom suporte diminuirá, e muito, os riscos mais indesejados diante da fiscalização.
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