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Mostrando postagens de janeiro, 2011

REI LEÃO: SURGE UMA ESPERANÇA NO REINO DA BICHARADA

Não bastassem todas as despesas que a cada ano se repetem no orçamento de todos os brasileiros, daqui a alguns meses a Receita Federal baterá a nossa porta pra cobrar a sua parte do imposto que nos é ”imposto” desde que muitos de nós se “entende por gente”: o tão famoso IR. Interessante é que ele sempre nos vem à mente na forma de um imenso leão que nos abocanha todos os anos. E pensar que o cidadão comum dá um duro danado, ganha um salário que é sempre um desgosto, chega ao fim do mês e percebe que não dá pra manter o aluguel, a alimentação, o transporte e a escola das crianças e, nesse momento crucial, tem que desembolsar uma parcela dos seus ganhos pra financiar tudo que ele trabalha tanto e não consegue manter. Por fim, chega a ser irônico que ainda trabalhe quase 150 dias pra pagar tributos. Enfim... Bem, vamos pensar de forma otimista: Quem paga IPVA, o faz, pois tem um veículo. Quem paga IPTU, o faz, pois possui um bem tão almejado (claro que não me refiro aos locatários de imóv...

ESTÍMULO FISCAL PODE TRIPLICAR FILANTROPIA

Estudo indica que falta de incentivo faz com que doações no país sejam menores do que a média da América LatinaONGs propõem revisão da regulação a fim de aumentar o potencial de doações, que hoje chegam a R$ 7 bilhões TONI SCIARRETTA - DE SÃO PAULO O Brasil tem potencial para triplicar o volume de doações e mobilizar mais de R$ 20 bilhões anuais - equivalente a 0,6% do PIB - para financiar entidades beneficentes e projetos sociais, além de ajuda humanitária em tragédias como a do Rio de Janeiro, segundo estudo da consultoria McKinsey. Apesar de bater recorde de arrecadação, o Brasil mal consegue canalizar R$ 7 bilhões (0,3% do PIB) para a filantropia, atrás da média mundial de 0,8% do PIB e da latino-americana, de 0,4%. Não faltam projetos carentes de recursos, pessoas necessitadas do básico, muito menos empresas e pessoas interessadas em doar, como provam as centenas de iniciativas para levar recursos às vítimas da chuva no Rio. O problema - como ocorre no financiamento da infraestrut...

ROMBO NO CAIXA DAS EMPRESAS X BUROCRACIA FISCAL

Um dos pontos que mais preocupa a sociedade empresarial brasileira é a complexidade do Sistema Tributário Nacional. As exigências são muitas e, muitos profissionais da área têm dificuldade para atender às exigências da lei. Não obstante aos cuidados dos contribuintes, sempre restam dúvidas diante de tantas regras e prazos a cumprir. Na verdade, Todos os problemas começam quando a empresa liga as máquinas. O grande problema é a dificuldade que as organizações têm para entender essa parafernália toda. O empreendedor, além de se preocupar com o foco do negócio, também tem que se preocupar com o seu maior “fornecedor”: o fisco. Essa tarefa é das mais difíceis para quase toda a sociedade. Um ponto importante e, que gera “encrencas fiscais” é a estrutura financeira que se faz necessária para não criar precedentes para a mordida do leão. No mercado, não há muitos técnicos qualificados e um auto de infração pode colocar a saúde das empresas em sérios riscos e muitos empresários só se dão conta...

BAÚ TRIBUTÁRIO E O FANTASMA DA CPMF

No final de 2010, o termômetro utilizado para quantificar a arrecadação de tributos no país indicou que o cidadão brasileiro já havia contribuído com um trilhão e duzentos bilhões de reais em impostos e contribuições. Bom, como se não bastasse mais um susto ao nosso bolso, também foi identificado que 2009 fechou com a cifra de um trilhão. É assustador pensar que contribuímos com tanto e desconhecemos totalmente o destino de tamanho investimento. Um estudo feito pela Escola Superior de Administração Fazendária – ESAF mostrou que 22,5% dos brasileiros não é capaz de se lembrar sequer de, pelo menos, um imposto pago. Curiosamente, quando realizado o estudo, 69% dos entrevistados lembraram pagar algum tipo de tributo, mas quando alguns nomes foram citados pelo entrevistador, esse número subiu para 84,9%. O pior de tudo é que, segundo a previsão da Associação Comercial de São Paulo - ACSP, se cumpriu e que o ano que já se foi, a arrecadação de impostos superou as expectativas de quem acre...

E AGORA, SRA. PRESIDENTA?

O Brasil espera, a partir de agora, soluções para os problemas mais graves que o país enfrenta: Um sistema de saúde que atenda a população com mais dignidade, melhora nos níveis de ensino, infraestrutura, inclusão social e melhor distirbuição de renda.