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Mostrando postagens de junho, 2011

EXCESSO DE TRIBUTOS É O MAIOR VILÃO NO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS

Ilustres personagens no cenário da economia brasileira, a gasolina e o etanol têm sido protagonistas dos jornais e tv, em razão das cobranças elevadas que acontecem desde junho de 2010 e que se justificam pela liberdade de preços em toda a cadeia de produção, distribuição e revenda de combustíveis e derivados do petróleo, o que foi permitido desde janeiro de 2002. O fato é que o setor tem causado danos ao mercado, uma vez que os brasileiros têm se desgastado para encontrar gasolina e álcool mais baratos. Esses produtos movimentam a economia, pois atingem a outros segmentos. Em meio ao clima de insatisfação que se instalou na sociedade o preço do álcool etanol hidratado se mantém caindo, conforme divulgação da Agência Nacional do Petróleo – ANP. “No Brasil, o preço médio da gasolina C comum, que contém 25% de etanol anidro, foi de R$ 2,770/l, com redução de 0,79%, em relação à semana imediatamente anterior. Já o preço médio de revenda do etanol hidratado no país caiu 1,34%, no mesmo per...

CRÉDITOS ACUMULADOS DE TRIBUTOS, MOEDA PODRE NOS ATIVOS DAS EMPRESAS

A dinâmica economia de um país traz reflexos no dia-a-dia das empresas e, conseqüentemente, no processo de tomada de decisões das organizações. O perfil atual da economia brasileira é de estabilidade e de inflação relativamente controlada, mas não foi sempre assim. Quem não se lembra de um tempo onde os preços oscilavam sem qualquer controle e a economia era marcada por sucessivas trocas de moedas? Os acontecimentos nos reportam a um passado de pouco mais de 20 anos quando as aplicações financeiras tinham rentabilidade na casa dos dois dígitos. Ainda em 1994, pouco antes da criação do Plano Real, a rentabilidade da caderneta de poupança chegava a níveis de rentabilidade na ordem de 40%, acompanhando a inflação de percentuais também elevados. Nessa época, não só os cidadãos comuns, bem como as empresas se valiam das aplicações financeiras como estratégia para reaver as perdas e garantir rentabilidade, diante da instabilidade econômica. Em pleno século XXI, os tempos são outros e, desde...